Entenda
o Irã PARTE 2
UMA
GUERRA DE ESCOLHA
Os EUA
e Israel, a gangue de pedófobos, estupradores, genocidas, assassinos, iniciaram
uma guerra de escolha contra o Irã. Uma guerra de escolha implica que eles
precisam destruir o governo iraniano em curto espaço de tempo. De fato, os
sionistas no governo Trump o convenceram de que seria realmente uma operação de
dias, bombardeios sucessivos e o governo cairia, pois, a população reagiria
contra o governo e o derrubaria.
O único
funcionário do chefe da gangue que ousou expressar as preocupações de seus
colegas foi um general, prontamente demitido, que argumentou: sim, podemos
atacar o Irã, mas não podemos controlar os danos, não dispomos de
equipamento/munição suficiente para uma guerra de longa duração. Obviamente não
era o que o chefe queria ouvir. O general foi demitido, mas suas opiniões “vazaram”,
o que contribuiu para baixar a credibilidade de Trump. Cerca de75% da população
dos EUA não apoiam a guerra.
No momento
recursos de diversos lugares estão sendo redirecionados para o Oriente, misseis
localizados na Ásia e na Europa estão sendo transferidos para o teatro da
guerra. O problema é a dificuldade de logística dos EUA. Eles não são mais uma
nação industrial, isso implica uma dificuldade enorme de produção acelerada e
em grande quantidade de misseis e munições. Um forte gargalo esta na fabricação
de interceptadores. Outro problema são os custos.
Os
drones iranianos mudaram a guerra moderna, trouxeram para o cenário da guerra
de atrito uma nova dinâmica. São baratos, descartáveis e eficientes, muito
eficientes, como fica claro na guerra Rússia X Ucrânia.
Acontece
que, para interceptar um drone de U$ 50.000, os EUA utilizam interceptadores
que custam alguns milhões de dólares cada unidade, e, são necessárias várias
unidades para drone. Novamente, eis o porquê de o ataque dos EUA ter que ser rápido,
os custos são multiplicados por milhões à medida que o tempo passa.
UM
ERRO ESTRATÉGICO
O Irã
é uma república democrática, a mais estável do Oriente, com eleições regulares para
presidente, realizadas a cada 4 anos. A cada 4 anos são também realizadas
eleições para o parlamento iraniano. Além dessas uma outra eleição é feita uns três
meses depois das eleições parlamentares. Trata-se da eleição para o Colégio de Sábios
(88 membros), estudiosos do Islã, de onde se nomeia o Líder Supremo, a
autoridade máxima do Islã no país.
Logo,
uma ação de decapitação como a realizada pela gangue de Epstein, só reforçou o papel
desempenhando por Khamenei, um líder respeitado por todo o Islã, integro, viveu
e morreu coerentemente com sua pregação e sua ação enquanto líder da República.
Não
se escondeu, não fugiu do Irã, não se enfiou em algum buraco no país. Estava
exposto, no seu escritório, no lugar de sempre. Sua morte foi gloriosa. E, isso
o Ocidente não entende porque esta moralmente alguns degraus acima dele.
Khamenei foi martirizado e isso é tudo que um fiel islâmico poderia desejar
para sua morte, o martírio é uma honra.
Assim
o último ato de Khamenei foi um grande foda-se para a gangue de Epstein e um
chamado ao povo iraniano, um grande “não se renda”, defendam nossos ideais,
defendam cultura e modo de vida.
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