O jogo dos trezentos erros
O New York Times publicou um relatório
afirmando que Trump foi informado pelo Mossad de que um ataque ao Irã e a decapitação
de Khamenei (o pai), levaria a uma rebelião dentro do Irã e a queda do governo,
essa foi a informação que Trump recebeu. Nenhum de seus assessores contestou
essa informação. Todos concordaram que um ataque de força dos EUA destruiria o
governo do Irã.
Claramente houve uma subestimação
das capacidades do Irã e uma superestimação das reais capacidades dos EUA de
realizar tal ataque. O relatório claro, vai numa linha de procurar os culpados
pela situação atual. Na percepção do jornal os EUA perderam a guerra, a preço
de hoje, e direciona a culpa para Israel.
O Global Insight Journal
publicou o relatório de um centro de um think tank que dá conta das condições
das tropas estadunidenses. Segundo o estudo, o moral da tropa está em seu nível
mais baixo, com o número dos pedidos por impedimento de consciência tendo
subido 1000% nos últimos dias. Dentre os motivos para o desanimo dos soldados
estão: a falta de clareza dos objetivos da guerra; o massacre de crianças no
primeiro ataque, a situação do porta aviões Gerald Ford, onde um incêndio “misterioso”
não está claro para os soldados. Houve um ataque iraniano ou, trata-se de um motim?
Segundo o estudo, muitos
membros das forças armadas estão se questionando porque seguir as ordens de Netanyahu
em vez de defende o seu próprio pais. Junte-se a isso a incapacidade de o Pentágono
defender os ativos estadunidenses na região do conflito. Assim o moral da tropa
está se degradando cada vez mais.
A perspectiva de arriscar a vida
numa operação mal planejada, sem clareza dos reais motivos, segundo um veterano
encarregado de treinamento das tropas, está fazendo com que os soldados se
sintam desmoralizados.
A base MAGA está rachando. Figuras
fundamentais como Marjorie Taylor Green, Tucker Carlson e outros tem sido muito
criticas da guerra. Segundo pesquisas 70% da base MAGA é favorável ao fim
imediato da guerra.
Por fim temos a presunção de
que os aliados da OTAN viriam automaticamente para o apoio efetivo a guerra,
aqui também o governo Trump calculou mal. As reações são diversas, desde um
apoio verbal envergonhado, até posições abertamente contrarias como a da
Espanha.
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